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Mobile first para pesquisa de mercado: 4 dicas práticas

Afinal de contas, o que seria Mobile First na Pesquisa de Mercado? Confira 4 dicas práticas para aplicar técnicas de Mobile First em Pesquisas de Mercado
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Equipe QualiBest
12 de setembro de 2019

Leitura de 4 MINutos

Por que pensar no Mobile First na Pesquisa de Mercado?

O Brasil tem hoje dois dispositivos digitais por habitante, incluindo smartphones, computadores, notebooks e tablets, o que representa 420 milhões de aparelhos digitais ativos sendo que, entre eles, 230 milhões são celulares.

Os dados, revelados na 30ª. Pesquisa Anual de Administração e Uso de Tecnologia da Informação, divulgada pela FGV-SP (Fundação Getulio Vargas de São Paulo) em abril de 2019, também apontam um aumento de 10 milhões no número de smartphones ativos em relação a 2019.

Esse cenário é uma grande oportunidade para desenvolver pesquisas de mercado mobile e alcançar de forma mais rápida e objetiva a opinião e o comportamento dos consumidores, entregando resultados que permitem tomadas de decisão mais ágeis e assertivas.

Complementando esse cenário, o brasileiro passa, em média, três horas por dia usando o celular, ocupando o 5º. lugar no ranking global de uso, atrás apenas da Indonésia, Tailândia, China e Coreia do Sul.

uso do celular

As oportunidades são inúmeras tanto para as empresas, já que as pesquisas de mercado mobile têm a grande vantagem de oferecer mais velocidade e, também, para os respondentes, que ganham o poder de escolher quando e onde querem responder, gerando mais engajamento e insights diferenciados a partir de fotografias, respostas em vídeo ou atividades usando a geolocalização.

Mas claro que, para atingir os resultados desejados, existem regras para desenvolver uma eficiente pesquisa de mercado mobile first, aproveitando todo o conceito que direciona o desenvolvimento de sites que priorizam a experiência de navegação em dispositivos móveis, como smartphones.

Confira 4 dicas de otimização sobre o conteúdo e a apresentação da pesquisa para dispositivos móveis:

1 – Crie comunidades online

Ao aplicar pesquisas de mercado via aplicativos como WhatsApp é possível fazer um mix de comunidades online, com tarefas diárias e Chats de Discussão em Profundidade, permitindo ao consumidor descrever sua experiência de compra ou uso de um produto, enviando fotos, vídeos e áudios em tempo real, enquanto está vivenciando o momento.

Ter uma “conversa” com o participante ao invés de perguntar, irá torná-lo mais envolvido.

Com isso, as empresas coletam detalhes e emoções sobre seus produtos ou serviços de forma espontânea e sincera.

2 – Elabore perguntas mobile-friendly

Em uma pesquisa de mercado mobile, a usabilidade e a experiência do usuário são fatores tão importantes quanto as perguntas.

Em uma tela de celular, responder a perguntas em escala – quando o respondente deve marcar, por exemplo, uma opção entre 0 e 10 ao avaliar um serviço – pode significar rolar e rolar a página tanto para baixo quanto para o lado. O que certamente não é nada agradável.

O correto é elaborar perguntas otimizadas para celular, mais curtas, e também listas de respostas mais curtas.

mobile friendly

Considere sempre usar escalas mais curtas.

Nos celulares, uma escala de cinco pontos é bem mais acessível do que uma escala de sete ou 10 pontos.

Se precisar de mais detalhes, vale a pena usar a lógica de ramificação, abrindo uma pergunta adicional conforme a resposta anterior.

Além disso, lembre-se de que clicar em um ponto em uma tela de celular pode ser complicado e também pode ser difícil enxergar alguns conteúdos e preencher formulários.

Em resumo: uma experiência péssima de navegação, que vai frustrar os usuários.

Quando se tem elementos como botões e campos de formulário muito pequenos ou muito próximos, é difícil pressioná-los em telas de toque, porque muitas vezes o ponto do dedo é maior que o elemento e acaba pressionando os elementos próximos.

3 – Entregue um design mobile first

Em telas pequenas, os conteúdos precisam ser disponibilizados de forma mais otimizada e não há espaço para informações irrelevantes, o que garante visibilidade, otimização e melhor experiência ao usuário na hora da navegação.

Por isso, o design da pesquisa deve oferecer:mobile first

  • Clareza – os usuários precisam entender a mensagem e perguntas em uma fração de segundos.
  • Consistência – manter a consistência reduz o atrito e mantém os respondentes focados na pesquisa
  • Familiaridade – o familiar gera conforto. Não faça com que o seu formulário de pesquisa pareça um labirinto. Faça com que o caminho até o final das respostas seja uma viagem confortável
  • Espaço para respirar – o espaço em branco em torno dos elementos é importante para chamar a atenção do respondente para as perguntas, melhorando, assim, a legibilidade
  • Legibilidade – por causa do espaço limitado, é fundamental que o texto seja legível sem a necessidade de dar zoom

4 – Teste e faça mais testes

Todas as pessoas envolvidas no projeto da pesquisa, incluindo a equipe do instituto de pesquisa e o cliente, devem assumir o papel dos respondentes e responderem a pesquisa em seus próprios smartphones.

A partir dessa experiência será possível avaliar a usabilidade e navegabilidade do site além, claro, do conteúdo da pesquisa, para assim chamá-la de uma pesquisa mobile first.

Diversas soluções de pesquisa desenvolvidas pelo Instituto QualiBest já aproveitam as funcionalidades e aplicativos móveis.

Um exemplo é a pesquisa mobile via WhatsApp que, mesmo não substituindo abordagens já existentes, aparece como uma solução complementar, com boa relação custo/benefício para pesquisas qualitativas.

O site para painelistas também já incorpora funcionalidades via mobile, sem perder a segurança no processo de cadastro, com validação por CPF.

“Realizamos diversos estudos com os painelistas, como pesquisas qualitativas, quantitativas e testes de usabilidade.

Todo esse esforço garantiu que entendêssemos melhor os principais gatilhos de engajamento dos painelistas, possibilitando as melhorias realizadas na plataforma”, comenta Daniela Malouf, Diretora-Geral do Instituto QualiBest.

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