Ficar conectado nas redes sociais quase 24h. É esta a consequência de um mundo em que o smartphone virou uma extensão das mãos. Em junho de 2016 realizamos uma pesquisa sobre o desempenho dos brasileiros na internet e a ressignificação do uso das mídias digitais e constatamos esta realidade em números:

76% dos brasileiros acessam as redes sociais pelo smartphone;
62% acessam pelo desktop (computador ou notebook);
14% pelo tablet.

Com o objetivo de traçar um panorama atual do uso das redes sociais falamos com 3.665 pessoas, mulheres (53%) e homens (47%), das classes A (12%) B (45%) e C (43%), em todo Brasil. Os resultados mostram como as redes sociais têm alterado nosso comportamento e criado novos padrões de relacionamento:

Os pesquisados usam em média 6,5 diferentes redes sociais. As preferidas são: Whatsapp (81%) e Facebook (71%), sendo também as mais acessadas, empatando em 92%.

Seguindo essa ordem, encontramos em terceiro lugar o Youtube, com 82% de acessos, Messenger com 71% e Instagram com 59%. O grande índice de acessos para o Instagram tem uma explicação. “As mulheres e a classe A, respectivamente, puxam este número para cima, ambas com 66% de acesso”.

Outro aplicativo que desponta nessa lista é o Snapchat, que é quase tão acessado quanto o Twitter: 33% e 37%, respectivamente. Entre a classe A o Twitter é o mais acessado (50%).

O estudo nos mostrou também que a rede mais emergente é o Spotify, acessada por 27% dos jovens e 30% pela classe A, totalizando assim, 21% da amostra.

Outro levantamento apontado durante a pesquisa foi o de quanto tempo os internautas permanecem conectados. Dos pesquisados, 43% passam o dia no Facebook e não consegue medir com exatidão o tempo de acesso. O Instagram foi dividido em 27% que dizem acessá-lo por 30 minutos por dia e outros 26% que dizem passar o dia conectados. Visto por duas horas e meia, o Youtube aparece com 30%, por outro lado, LinkedIn, Skype e Pinterest não são acessados diariamente por 37% dos entrevistados.

E no trabalho?

Se você acha que o fato de estarem num ambiente de trabalho, impede que os internautas fiquem conectados, aí vai uma surpresa: 26% dos que responderam à nossa pesquisa ficam conectados por mais de três horas, contra 32% que dizem acessar apenas 30 minutos por dia as redes sociais para uso pessoal. A classe C é a que mais se destaca, contabilizando 39% para acessos de até 30 min e 33% para acessos superiores a três horas diárias.

Constatamos ainda que apenas 6% das empresas não permitem acesso a nenhuma rede social no ambiente de trabalho e que 58% da classe A depende do computador para realizar as tarefas diárias, enquanto 46% da classe C também utiliza o desktop para esse fim.

A era do compartilhamento

O que você mais gosta de compartilhar nas redes sociais? Essa foi uma das perguntas que fizemos aos entrevistados. Como esperado, momentos especiais alcançaram a marca de 58%, vídeos e imagens divertidas contabilizaram 53%, notícias importantes e/ou novidades tecnológicas 52%.

Outro dado que chamou a atenção foi o de que as mulheres postam muito mais selfies do que os homens, 49% contra 32%. A classe A é a que mais posta foto de momentos especiais e comemorações (63%) em comparação com a classe C que totaliza 54%.

Quando o assunto é autoajuda, as mulheres também lideram os posts segundo a pesquisa, sendo 48% contra 37% e, para esse dado, não existe diferença entre as classes.

Outro dado levado em consideração foi o grau de aproximação que as redes sociais causam nos internautas: 83% acredita que elas aproximam as pessoas, em especial quando o assunto é conhecer gente nova, desse percentual, 41% acha que as redes trazem esse benefício e a classe C eleva esse número para 46%.

Saiu na mídia: ADNEWS

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