A Copa do Mundo de 2026 está chegando, mas antes de voltarmos a vestir a camisa da Seleção, que tal relembrar o que os brasileiros sentiram, consumiram e acompanharam durante a última edição do evento?
Em 2022, o Instituto QualiBest, referência em pesquisas online, lançou o Copômetro, um termômetro digital que mediu a temperatura da torcida brasileira antes, durante e após a Copa do Mundo do Qatar.
Mais do que investigar o comportamento do público, o estudo revelou como marcas, influenciadores e rituais em torno do futebol influenciam os hábitos de consumo dos brasileiros.
A primeira lembrança da Copa do Mundo
Para a maioria dos brasileiros, a paixão pelo futebol nasce ainda na infância. Quando perguntados sobre a primeira lembrança de Copa do Mundo, os internautas citaram cenas marcantes, como ruas decoradas, famílias reunidas para assistir aos jogos e o hábito de vestir a camisa da Seleção.
Entre os homens, o destaque foi o colecionismo de figurinhas dos jogadores. Já entre as mulheres, a memória afetiva com a camisa da Seleção teve mais peso.
Preparação para os jogos: um ritual brasileiro
O estudo mostrou que a Copa do Mundo é mais do que um evento esportivo, é um ritual
Cerca de 47% dos entrevistados queriam assistir o máximo de jogos possíveis, e 31% disseram que iriam participar de bolões com amigos ou familiares.
Já o consumo durante os jogos seguiu o estereótipo do “brasileiro raiz”: churrasco, cerveja gelada e alegria compartilhada.
O papel dos influenciadores e das redes sociais
Com as redes sociais cada vez mais presentes na rotina, o estudo revelou que 38% dos internautas seguem influenciadores ou youtubers de esporte, e 76% já compraram algo por indicação de um influencer.
A forma de consumir os jogos também mudou: cada vez mais pessoas comentam, assistem e interagem com o evento por meio de plataformas digitais.
A Copa e o marketing de influência
Durante a Copa do Mundo, algumas marcas conseguiram aumentar significativamente sua visibilidade.
A Budweiser, por exemplo, passou da ausência no top 5 de patrocinadores lembrados para o terceiro lugar em lembrança espontânea, ficando atrás apenas da Coca-Cola e da Adidas.
Outras marcas que se destacaram foram Qatar e McDonald’s. Por outro lado, a Nike perdeu força, caindo da terceira para a sexta colocação.
O que a Copa do Mundo tem de melhor?
Para 53% dos entrevistados, o melhor da Copa do Mundo é a união de todos torcendo por um mesmo ideal.
Esse número é ainda maior entre as mulheres (61%). As comemorações (50%) e a confraternização (44%) também foram aspectos muito valorizados pelos participantes.
Quem se destacou na Copa de 2022?
Entre os jogadores, Neymar, Richarlison e Messi foram os mais lembrados como destaque.
Já entre as seleções, Marrocos surpreendeu, aparecendo como a equipe mais mencionada, à frente do próprio Brasil.
As torcidas também ganharam destaque: a brasileira foi a mais lembrada (53%), seguida pelas torcidas do Japão e da Argentina.
O fim da Copa Mundo e o sentimento dos torcedores
Após a eliminação da Seleção Brasileira, o entusiasmo do público caiu: o ânimo com o evento despencou de 64% para 48%.
Ainda assim, 54% dos entrevistados disseram que uma vitória do Brasil teria impacto positivo em seu bem-estar pessoal, e 47% afirmaram que isso influenciaria positivamente o relacionamento com amigos.
Apostando na emoção: bolões e figurinhas
A Copa também movimentou os sites de aposta: 44% dos entrevistados que conhecem as plataformas afirmaram que pretendiam usá-las para apostar nos jogos.
O site mais lembrado foi o Bet365.
O álbum de figurinhas da Copa também foi destaque: 36% disseram que compraram ou comprariam o álbum da Panini, sendo que 22% compraram para si e 16% para os filhos.
As trocas de figurinhas aconteceram principalmente em bancas de jornal (37%) e shopping centers (34%).
O que aprendemos com a Copa de 2022?
A pesquisa do Instituto QualiBest mostra que a Copa do Mundo ainda é um fenômeno cultural poderoso no Brasil.
Ela mobiliza emoções, muda hábitos de consumo, fortalece o marketing esportivo e influencia diretamente o comportamento do público seja no que consome, assiste, compra ou comenta.
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Os dados estão aí: o futebol mexe com o coração e o bolso.
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