A Copa do Mundo 2026 ainda nem começou, mas já ocupa espaço relevante na rotina e nas conversas dos brasileiros. Muito antes do apito inicial, o evento começa a influenciar expectativas, hábitos e decisões de consumo, mostrando que, hoje, a Copa é uma jornada, e não apenas um período pontual.
De acordo com levantamento do Instituto QualiBest, o comportamento do consumidor na Copa do Mundo 2026 já apresenta sinais de antecipação. O torneio aparece espontaneamente entre os principais temas discutidos, ao lado de assuntos como política e eleições, evidenciando seu papel como um dos grandes eventos de mobilização nacional.
Esse cenário reforça que para as marcas, a Copa do Mundo não começa durante os jogos, mas meses antes deles.
A Copa do Mundo 2026 já influencia o comportamento dos brasileiros
A presença nas conversas do dia a dia indica que o consumidor já começa a construir sua relação com o torneio, seja acompanhando notícias, discutindo expectativas ou interagindo nas redes sociais.
Esse movimento cria oportunidades para marcas que conseguem se conectar com o público desde os primeiros momentos dessa jornada.
Hábitos dos brasileiros na Copa do Mundo: consumo e rituais permanecem fortes
Os hábitos dos brasileiros na Copa do Mundo mantêm características bastante tradicionais.
A pesquisa mostra que:
- 64% pretendem assistir aos jogos em casa
- 27% devem acompanhar com amigos ou familiares
Além disso, o caráter coletivo segue como um dos pilares do evento. Reunir a família (72%) e fazer churrasco (59%) continuam sendo rituais centrais.
No consumo, algumas compras para assistir ao jogo se destacam:

Fonte: Instituto QualiBest
Esses dados mostram que o consumo na Copa do Mundo está fortemente ligado à convivência e à experiência compartilhada.
A experiência da Copa é cada vez mais digital e multi tela
Se os rituais permanecerem, a forma de consumir conteúdo mudou, e muito.
Assistir à Copa do Mundo hoje é uma experiência simultânea. Enquanto acompanham os jogos:
- 47% conversam no WhatsApp
- 38% interagem com memes nas redes sociais
- 30% acompanham estatísticas em tempo real
- 29% pedem comida por aplicativos
Em média, cada brasileiro realiza 2,6 atividades digitais ao mesmo tempo.
Esse comportamento reforça um ponto importante sobre mídia e Copa do Mundo: a atenção do consumidor está fragmentada, e as marcas disputam espaço em múltiplas telas ao mesmo tempo.
Onde os brasileiros pretendem acompanhar a Copa do Mundo 2026
A televisão aberta segue como protagonista no consumo de conteúdo sobre a Copa, como notícias e melhores momentos, sendo citada por 72% dos entrevistados.
No ambiente digital, o público também pretende acompanhar o torneio por diferentes plataformas::
- YouTube (49%)
- Instagram (36%)
- Sites e aplicativos de notícias (23%)
- TikTok (17%)
Quando o assunto é assistir aos jogos, a TV Globo aparece como o principal canal citado pelos brasileiros (64%). seguida pela CazéTV (47%), SporTV (33%), SBT (28%), Globo Play (27%), N Sport (14%) e GETV (12%).
Os resultados indicam que os brasileiros tendem a combinar diferentes plataformas para acompanhar o torneio.
O impacto da Copa do Mundo 2026 no consumo
O torneio também deve movimentar o varejo: Entre os entrevistados:
- 59% pretendem comprar camisas da Seleção Brasileira (originais ou não)
- 30% consideram investir em Smart TVs
- 20% pensam em assinar serviços de streaming
Além disso, promoções ligadas ao evento influenciam diretamente o comportamento:

Fonte: Instituto QualiBest
Esse cenário mostra que o consumo na Copa do Mundo vai além do entretenimento, ele se conecta diretamente ao desejo de participação e pertencimento.
O que esperar do comportamento do consumidor na Copa do Mundo 2026
Os dados mostram que a Copa do Mundo 2026 já impacta o comportamento dos brasileiros de forma relevante, movimentando consumo, moldando hábitos e ampliando interações digitais.
Mais do que um evento esportivo, a Copa se consolida como um momento de conexão social, experiência compartilhada e oportunidades para marcas que entendem essa dinâmica.
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A pesquisa foi realizada entre os dias 13 e 24 de fevereiro de 2026, com 1.000 internautas de diferentes faixas etárias, classes socioeconômicas e regiões do país. O levantamento foi conduzido por meio de questionário quantitativo online na plataforma QualiBest, com participantes do painel proprietário do instituto, que reúne 250 mil painelistas cadastrados.