Contradições, medos, angústias, alegrias e histórias que só a maternidade pode trazer foram o ponto de partida para o estudo “Mães #SEMFILTRO”.
Ao longo de 12 semanas, ouvimos 30 mulheres das classes ABC, de diferentes regiões do Brasil, que compartilharam suas vivências em uma comunidade online. Eram mães de primeira viagem, com filhos entre 0 e 2 anos, em uma fase marcada por descobertas intensas – tanto no papel de mulher quanto no de consumidora.
Sabemos que, quando uma marca consegue conquistar espaço nesse momento tão especial, tem grandes chances de permanecer na rotina dessas famílias por muito tempo.
Durante a pesquisa, 21 empresas participaram ativamente, enviando perguntas que se transformaram em tarefas exploradas dentro da comunidade.
O resultado foi um mergulho profundo nas dores, expectativas e conquistas dessas mulheres.
E um ponto ficou claro: é hora de desromantizar a maternidade.
As novas mães brasileiras não se veem representadas na imagem idealizada da “mãe perfeita” que aparece em comerciais. Elas rejeitam cobranças externas, mas ainda assim convivem com a autocrítica constante – um esforço diário para provar a si mesmas que são ótimas mães.
O cotidiano é exaustivo, cheio de tarefas, e, na visão delas, até mais sobrecarregado do que o das gerações anteriores.
O estudo traz ainda respostas para questões essenciais:
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Qual é o papel dos pais nesse período?
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Em quem as mães confiam quando buscam conselhos práticos?
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Quais prioridades surgem na alimentação e nos cuidados higiênicos?
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Como a maternidade impacta suas finanças?
Exaustas, mas também muito felizes, essas mães mostram que a maternidade é feita de contrastes – um verdadeiro “padecer no paraíso”.
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